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Essa aqui já aconteceu faz um tempinho... mas vou postar pra a galera que ainda não viu!Não chega a ser um caso de azar, mas foi um fato engraçado que aconteceu comigo no ônibus.
Entro eu as 5:30 da madrugada no ônibus, meu corpo está de pé, mas, o meu cérebro ainda se recusa a acordar.
Sento no banco, e avisto um indivíduo sem alma e sem coração com o fone de ouvido (desconectado do celular) e pendurado no pescoço, o aparelho tocava em sua mão todo o repertório do pagode swingueira da Bahia! Sabe quando o volume do celular está tão alto que o som distorce todo? pois é, estava bem assim!
Mas essa não é a parte interessante, aliás, nem sei porque diabos toquei nesse assunto... Acho que foi revolta mesmo. Enquanto eu rogava pragas infinitas aquele ser se luz na vida, um velhinho senta ao meu lado. Começo a organizar umas partituras na minha pasta quando ele me pergunta: Você é músico?
Respondo: sou estudante de música.
Ele para por um tempo olha pela janela e me diz: aqui nesse país, podemos viver sem médico, mas nunca viveríamos sem música.
Nem tive tempo de refletir sobre o que o velhinho me falou, pois, uma senhora que estava no banco da frente virou-se para nós, e o interrogou: como assim podemos viver sem médico?
Ele responde serenamente: podemos não, Vivemos!
Ela um pouco impaciente responde: o senhor tá é doido!
(a melhor parte é agora)
Ele diz: doido? A senhora tem plano de saúde?
Ela: Não!
Ele: usa o SUS, né?
Ela responde: Isso!
Então ele diz com um sorriso safado entre os lábios: Então a senhora vive sem médico! Mas Aposto que tem um sonzinho na sua casa, não é mesmo?
Ela riu e disse, é verdade...
4 comentários:
Adoreiiii!!! que legal esse relato!!! :D
Obrigado Carla!
Novas postagens e breve!
Mô véi! E ainda aposto que ela tem o cd do axé bábá da bahia com direito a swingêra do negão!Haja banana!
Tô gostando do Blog vou recomendar olha a responsa!kkkk
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